

O dia que me queira
Levanta e grita:
Obrigado. É isso… combina muito mais com a voz que nasce da sua vontade. Você não está forçando a obra a caber na categoria de vida. O despertar matinal não é atípico às necessidades humanas. Só quem já computou o cérebro na sombra do sono sabe. O ato de viver, na oração das necessidades, é sobreviver ao dia que lhe toca a face. Tira os joelhos da areia movediça que acomoda e pesa a alma. E vai… Vai que está tudo aí. Mais um capítulo dessa novela. E, no meio disso tudo, tem sua importância aprender que criar é foco. É vital. E, mesmo sendo a continuidade existencial do ontem, hoje ele tem pontos claros que carecem da sinergia do seu entorno. Sustento. Não é a gaveta que não range, no esgotar dos dedos. Sua raiz não mente. No suor, aguenta onde as outras fendem. A ilustração dos seus sonhos não tem que repetir o descaso percebível dos coadjuvantes da sua caminhada. Não… Ela tem que dialogar com o seu futuro.
DBara Arruda
Enviado por DBara Arruda em 14/04/2026
Alterado em 26/09/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. |