

O Desfecho
O sujeito nasce.
Pergunta e confronta a existĂȘncia. Descobre as feridas e nomeia os monstros. Atravessa as pontes. Reconstruindo-se, assume responsabilidade e escolhe o legado. Olhando tudo o que eu construĂ atĂ© aqui, eu nĂŁo acho que a Ășltima letra seja a que aborta o fim. Fim, de quĂȘ? Uma estrada nĂŁo termina porque no fim da ponte existe uma parede, reflexĂŁo ou descoberta⊠Sempre hĂĄ algo mais por trĂĄs de tudo. E o maior universo nĂŁo habita no que se vĂȘ ou sente. O imaginĂĄrio nĂŁo tem limites e os devaneios sĂŁo trajetĂłria, apenas o combustĂvel dessa jornada. Que abre a prĂłxima pĂĄgina do que vocĂȘ anseia ler. E vocĂȘ me pergunta se eu volto⊠Eu jĂĄ moro na sua mente.
DBara Arruda
Enviado por DBara Arruda em 08/06/2026
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