

E a temática é resiliência
Não temerás…
Apesar de a democracia ousar evocar um sorriso com hálito libertador. As cáries do retroceder seguem atacando a boca, cada vez que o povo come. Engana-se todo aquele que pensa que a fome ainda não pesa na balança que mede o humor de quem faz a escolha. O clamor que nos chama à guerra é o medo do futuro incerto que não conseguiremos prever colocando a ótica no papel impresso. O oráculo é tela plana para os pobres e os bacanas. A retumbância é falaciosa. Cuidado, povo… Eles ainda estão por aí apertando a mente alheia com suas ideologias retrógradas. São fáceis de distinguir no meio da massa de manobra dos homens. Ora! São homens. E escuta como ladram adestrados: “Fé, fronteira e sangue.” Assim regem os seus mandatos extremados de hipocrisias. Assim são. Assim, são… E à noite se castram cinicamente culpando as esposas pela impotência, mas é claro que o gozo já despejaram na amante. Como sempre digo, ao me olhar no espelho no teto que está sobre mim: Sonhe de olhos abertos. Se você piscar, eles te roubam a razão. Olha a ponderação da redundância. Eles não somente te querem ver acéfalo e serviente. Não. Você já está doutrinado. Amém, irmão? E preste atenção! Amanhã, quando a verdade ousar sorrir no meio da escuridão dos fatos, lembre-se que é sempre bom fazer uma revisão dentária para higienizar o viés… Lavar a boca antes e depois de se expressar é salutar.
DBara Arruda
Enviado por DBara Arruda em 29/10/2026
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